quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

2 anos de caminhada e missão...

A Paróquia São Guido Maria Conforti (Jardim Novo Ângulo, Hortolândia -SP) celebrou na terça-feira, 17 de janeiro, seu aniversário de 2 anos de existência. Na ocasião ocorreu a Celebração Eucarística na Comunidade Nossa Senhora Auxiliadora, as 20hs, presidida pelo pároco Pe. Lucas Marandi, com a presença de muitos paroquianos e amigos.
Festejar anos é recordar onde tudo começou, é olhar a estrada percorrida com sentido de gratidão e projetar novos passos a serem trilhados. Nesse sentido, folheando os registros da história de sua criação, chegamos à Paróquia Nossa Senhora Aparecida, situada no bairro Jardim Rosolém, da qual fazia parte as seis comunidades que constituiriam a nova paróquia no decorrer dos anos. O processo de criação iniciou em 2010, ainda na gestão do arcebispo Dom Bruno Gamberini, como Área Pastoral São Guido Maria Conforti, que ficou sob os cuidados dos padres xaverianos da Comunidade do Noviciado: Pe. Alfiero e Pe. João Bortoloci. Vindo Dom Bruno a falecer em 2011, assumiu em 2012 como novo arcebispo de Campinas, Dom Airton José, e um novo pedido para a criação da nova paróquia foi feito, o que veio a acontecer oficialmente no dia 17 de janeiro de 2015. Ao longo desse processo a Igreja caminhou e se organizou, crescendo como comunidades que sonham e se unem no desenvolvimento da evangelização.

Parabéns à todos que formam esta família paroquial São Guido! Que possam crescer sempre mais nesta dimensão do serviço missionário aos irmãos e irmãs necessitadas, imitando também o próprio padroeiro no que se refere a missão além-fronteiras! Felicidades!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Apenas um cartão...

(Giomar Henrique)

“Como a corça bramindo por águas correntes, assim minha alma está bramindo por ti, ó meu Deus! ” (Sl 42, 2)

Cumprimentos de paz e alegria, gente querida! Feliz 2017!
Adentramos o novo ano com alegria de quem acredita na presença do Deus encarnado em nossa história e por isso faz da caminhada espaço de construção do Reino. No início de todo projeto, empreendimento, sonho, existe uma força motivadora que coloca pessoas em busca do diferente, traduzindo assim na grande novidade. Inebriar-se por esta atração é o elemento fundamental para quem aposta no nascimento do novo, porque o novo deve hospedar-se no coração antes de ser concretizado em ações externas. O ano novo que vivemos traz em si esta oportunidade recheada de possibilidades, competindo-nos esboçar, aperfeiçoar e concretizar os projetos, não somente pessoais, mas também aqueles que promovam a dignidade dos irmãos e irmãs que clamam por mais vida.
O Salmo 42,2 destaca de forma indubitável o aspecto humano tão comum e presente em nossa rotina de vida, especialmente após uma longa andança: a sede. Quem tem sede vai a procura de água, não tem outra alternativa. Vai à fonte buscar, vai ao vizinho pedir, vai ao mercado comprar, faz uma captação da chuva... enfim, encontra modos diverso de saciar esta necessidade. Precisamos da sede, não apenas como necessidade física, mas, como espiritualidade que nos coloca em movimento, para não cairmos na comodidade, no contentamento, na pura aceitação do “o que vir, está bom”. Viver é muito mais que isso. Adotar esta atitude passiva é negligenciar os dons do Divino plantado em cada um de nós. Como cristãos, a responsabilidade de espalhar o Bem em nossa Casa (o mundo inteiro) não é opcional.
O Papa Francisco em sua mensagem para o 50º Dia Mundial da Paz (1º de janeiro de 2017), enfatizou a importância de cultivar a prática da não-violência ativa como estilo de uma política de paz. Nesse propósito desejou que “Sejam a caridade e a não-violência a guiar o modo como nos tratamos uns aos outros nas relações interpessoais, sociais e internacionais. [...] Desde o nível local e diário até ao nível da ordem mundial, possa a não-violência tornar-se o estilo característico das nossas decisões, dos nossos relacionamentos, das nossas ações, da política em todas as suas formas”. Ele pontuou que o período contemporâneo vivencia uma terrível guerra mundial aos pedaços (guerras em diferentes países e continentes, terrorismo, criminalidade e ataques armados imprevisíveis, abusos sofridos pelos migrantes e as vítimas do tráfico humano, a devastação ambiental). Diante deste cenário, nos alerta que “A violência não é o remédio para o nosso mundo dilacerado. Responder à violência com a violência leva, na melhor das hipóteses, a migrações forçadas e a atrozes sofrimentos, porque grandes quantidades de recursos são destinados a fins militares e subtraídas às exigências do dia-a-dia dos jovens, das famílias em dificuldade, dos idosos, dos doentes, da grande maioria dos habitantes da terra. No pior dos casos, pode levar à morte física e espiritual de muitos, se não mesmo de todos”. O Papa nos convoca enfatizando que ser verdadeiro discípulo de Jesus significa aderir também à sua proposta de não-violência, na qual o amor ao inimigo constitui o núcleo da “revolução cristã”.
A imagem do cartão, que intitula o presente texto, possui três motivações que geram alegria. É verdade que pode existir muitos outros, porém, por hora nos detemos nesses: 1º)- pela simplicidade como veículo de comunicação, carinho e gratidão por quem consideramos com estima e amizade; 2º)- porque podemos elaborar a nosso modo. E a riqueza estar no cuidado e dedicação que percorre todo o seu processo de confecção; 3º)- pela maneira como se entrega, se oferta ao destinatário. Seria estranho um cartão carregado de coisas boas ser entregue de maneira fria, jogado, ou como um ato puramente mecânico, sem vida. Pode acontecer, pois, não é fácil e tão simples como parece. Requer exercício de humanização, proximidade. Porém, podemos e precisamos crescer também nestes pequenos gestos.
São Guido Maria Conforti no encontro com o Crucificado iniciado na infância e cultivado ao longo de sua vida, aprendeu a amar o mundo inteiro, acolhendo o mundo como família, como lar. Como filhos e herdeiros desta missão, somos chamados também a imitá-lo nesta prática do colóquio com o Ressuscitado, o Emanuel chegado no natal, para que assim possamos de fato ser anunciadores do seu infinito amor aos confins do mundo. Que a sede deste encontro possa ser sentida em nossa vida, sobretudo no decorrer desse ano que inicia. No atual contexto, o cartão-vivo de Deus dirigido à todos os povos do mundo, somos nós: eu, você, ele, ela, aquele, e tal. Que possamos abrasar os corações e promover a vida, a paz, o amor, colocando toda nossa criatividade a serviço do Bem. Um abençoado ano para todos nós!!!

domingo, 8 de janeiro de 2017

Necessitamos urgentemente de uma nova cultura vocacional
Papa Francisco
Por Miguel Pérez Pichel




         “Hoje é necessária uma Pastoral Vocacional de horizontes amplos e com o espírito de comunhão”, indicou o Papa Francisco durante a Audiência concedida na Sala Paulo VI aos participantes da Convenção patrocinada pelo Escritório Nacional para a Pastoral Vocacional da Conferência Episcopal Italiana (CEI).
         Uma pastoral vocacional “capaz de ler com coragem a realidade assim como ela é, com suas fadigas e resistências, reconhecendo os sinais de generosidade e beleza do coração humano. É preciso levar novamente para dentro das comunidades cristãs uma nova cultura vocacional”, afirmou o Papa.
         “Não se cansem de repetir: ‘eu sou uma missão’ e não simplesmente ‘tenho uma missão’”, exortou o Santo Padre. “Estar em estado permanente de missão requer coragem, audácia, fantasia e desejo de ir além”.
         Assinalou que “o sim total e generoso de uma vida que se doa é semelhante a uma fonte de água, escondida por muito tempo nas profundezas da terra, que espera para jorrar e escorrer num fluxo de pureza e frescor. Os jovens hoje precisam de uma fonte de água fresca para saciar a sede e prosseguir o seu caminho de descoberta”.
         O Papa situou seu discurso diante do “horizonte e do caminho para a Assembleia sinodal de 2018 sobre o tema ‘Jovens, fé e discernimento vocacional’”
         “Neste horizonte se situa também seu serviço, com seu estilo de anúncio e de acompanhamento vocacional”, explicou Francisco.
         “Tal empenho requer paixão e gratuidade. A paixão do envolvimento pessoal, do saber cuidar das vidas que lhes são entregues como um baú que possui um tesouro precioso a ser preservado. A gratuidade de um serviço e ministério na Igreja que exige respeito por aqueles que são seus companheiros de caminhada. É o compromisso de buscar sua felicidade, e isso vai além de suas preferências e expectativas”.
         Saber escutar, estar disposto a dedicar o tempo aos jovens são as chaves para o discernimento vocacional, indicou o Papa: “Para ser críveis e entrar em sintonia com os jovens é preciso privilegiar o caminho da escuta, do saber perder tempo em acolher as suas perguntas e seus desejos”.
         “Seu testemunho – continuou – será mais persuasivo se, com alegria e sinceridade, souber transmitir a beleza, o estupor e a maravilha de estar apaixonados por Deus, homens e mulheres que vivem com gratuidade sua escolha de vida por ajudar a deixar uma pegada inédita e original na história. Isso requer não se deixar enganar pelas tensões externas e confiar-se à misericórdia e à lealdade do Senhor, reavivando a fidelidade de nossa escolha e o frescor desse ‘primeiro amor’”.
         O Pontífice afirmou que “prioridade do anúncio vocacional não é a eficiência do que fazemos, mas atenção privilegiada à vigilância e ao discernimento. É ter um olhar capaz de ver o lado positivo nos eventos humanos e espirituais que encontramos; um coração surpreendido e agradecido diante dos dons que as pessoas trazem com elas”.



segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Hortopiracicaba...


O setor xaveriano Hortolândia-Piracicaba realizou nesta segunda-feira, 05 de dezembro de 2016, sua confraternização de fim de ano, festejando também São Francisco Xavier. O encontro ocorreu na Comunidade do Noviciado Xaveriano (Hortolândia-SP) com partilha da caminhada construída nesse ano, recordando as alegrias e desafios, de maneira particular a presença de Pe. Humberto Vega. As 10:30hs celebrou-se a Eucaristia, durante a qual, como de práxis, os xaverianos renovaram a sua consagração missionária. 
A seguir, a confraternização continuou na chácara da casa e concluiu com o almoço festivo. 
Invocamos a intercessão de São Francisco Xavier sobre nossa Família Xaveriana espalhada pelo mundo, com sentimentos de gratidão a Deus pela vocação missionária cultivada em cada irmão como continuadores do grande sonho do 'Gigante do Oriente'. Que assim possamos proclamar o Reino com alegria e esperança!