INFOX - INFORMATIVO DOS ESTUDANTES XAVERIANOS DO BRASIL - SUL

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

MISSAO É PARTIR

 

“Missão é partir, caminhar, deixar tudo, sair de sí,
quebrar a crosta do egoísmo
que nos fecha no nosso eu.
é parar de dar volta
ao redor de nós mesmos,
como se fossemos o centro
do mundo e da vida.
é não se deixar bloquear
nos problemas
do pequeno mundo
a que pertencemos:
a humanidade é maior.
missão é sempre partir,
mas não devorar quilômetros.
é, sobretudo, abrir-se
aos outros como
irmãos,
descobri-los
e encontrá-los.
e, se para encontrá-los é preciso atravessar
os mares e voar lá nos céus,
então missão é partir
“até os confins do mundo”
Dom Helder Câmara

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Falecimento de Pe. Giuseppe Chiarelli (Zezinho)


Morreu dia 12 de junho de 2010 na Casa Mãe dos Missionários Xaverianos, O Padre Giuseppe (Zezinho) Chiarelli. Este missionário trabalhou muito em Piracicaba/SP na Paróquia Imaculado Coração de Maria - Paulicéia, onde deixou muitas lembranças e saudades! Antes de vir ao Brasil foi missionário no Burundi, Africa.
Pe. Zezinho nasceu em Taranto em 10 de maio de 1944 e foi ordenado em 27 de setembro de 1970.

Falecimento do Pe. Luigi Medici


No dia 06 de junho de 2010, em Parma, na Casa Mãe, morre o padre Luigi Médici. Sua morte foi causada por um câncer, que sofria há algum tempo. Ele tinha completado 90 anos em 13 de janeiro de 1920.
Foi ordenado em 29 de junho de 1945 e após alguns poucos anos na Itália, foi destinado ao Brasil e por aqui chegou em 21 de novembro de 1954.
Foi no Brasil que desenvolveu todo seu ministério sacerdotal, seja como formador, pároco no norte do Paraná, em Santa Mariana, Jaguapitã, Laranjeiras do Sul e Curitiba, ou mesmo como Superior Regional.
Idealizador de grandes obras materiais e espirituais. Introduziu a devoção ao Terço Missionário no Brasil. Dedicou-se á construção dos seminários xaverianos em Jaguapitã e Santa Mariana e também da atual sede da Direção Regional.
Seu primeiro trabalho no Brasil foi em São Paulo, capital, como auxiliar na Paróquia Nossa Senhora de Sião, no Ipiranga.
Retornou à Itália em 2007, para a casa Mãe dos Xaverianos, onde faleceu.
Fonte: Pollesel

sábado, 19 de junho de 2010

A CONVERSÃO - VIDA RELIGIOSA E ECONOMIA


Por João da Conceição Viana Junior
Com. Filosofia - Curitiba - PR

Neste período que se passou, procuramos viver de forma responsável, colaborando na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura e da paz, a partir do esforço conjunto da comunidade e de pessoas de boa vontade. Para que dessa forma, todos pudessem ajudar na construção do bem comum e coletivo em família. Em vista de uma comunidade mais unida e fraterna. Os problemas que encontramos durante esses meses, nos ajudaram a crescer como pessoas humanas, e a viver com mais responsabilidade três aspectos importantes da vida religiosa, a obediência (cercar de respeito, gratidão e benevolência, na família a qual estamos vivendo, uma participação voluntaria e generosa) pobreza, precisamos ser religiosos pobres em espírito e a castidade.
Obediência
Precisamos ser obedientes aos planos de Deus, seguindo o ideal missionário, de nosso fundador, Dom Guido Maria Conforti, vivendo em uma só família. Nesses meses que se passaram, procuramos viver de forma harmoniosa entre todos, respeitando os horários e compromissos, sugeridos pela comunidade, procurando dialogar com todos, para evitar possíveis desentendimentos.
Pobreza
Foi colocado desde inicio do ano para todos, a importância de valorizarmos aquilo que possuímos em comunidade. Procurando economizar nos gastos, e prestar contas de tudo aquilo que compramos, dessa forma, não faltou nada para ninguém. Observamos também, a importância de vivermos em um clima de oração, não se esquecendo das pessoas que vivem nosso mundo e que necessitam de nossas orações, a tarefa de não se esquecer dos mais pobres. E aprender partilhar, vendo no outro, um verdadeiro irmão de comunidade. Lembrando, de todas aquelas pessoas, que de uma forma e outra contribui para a manutenção da família Xaveriana.
Castidade
A castidade representa uma tarefa eminentemente pessoal. Mas implica também em um esforço cultural, porque o homem se desenvolve em todas as suas qualidades mediante a comunicação com os outros. A castidade supõe o respeito pelos os direitos da pessoa, particularmente o de receber uma informação e uma educação que respeitem as dimensões morais e espirituais da vida humana. Nesses meses, procuramos viver uma vida de respeito mutuo, entre todos os membros da comunidade. Sabendo que para viver a castidade, necessitamos de uma vida plena de oração, e não podemos nos fechar em nós mesmos e no nosso egoísmo, se faz importante, partilhar um pouco daquilo que sentimos, isso nos ajuda também a viver a castidade. O diretor espiritual é uma pessoa importante para ajudar nos momentos de crise.

A MISSÃO - VIDA APOSTÓLICA


Por Tiago Eurico de Lacerda
Com. Filosofia - Curitiba - PR

A vida consagrada, profundamente arraigada nos exemplos e ensinamentos de Cristo Senhor, é um dom de Deus Pai à sua Igreja, por meio do Espírito. (Exortação Apostólica Vita Consecrata)
A consagração e missão são para nós missionários Xaverianos um único e indivisível carisma. Alimentados pela espiritualidade cristocêntrica somos chamados a anunciar com nossa vida a Boa nova que veio a nós como sinal de esperança e paz neste mundo em vista de uma vida indizível ao lado de Deus. Para isto é preciso buscar um espírito flexível, aberto às novas realidades e culturas para que a nossa inserção na missão não prejudique a cultura do outro, mas nos possibilite ser luz e apoio que complementa e acolhe a todos indistintamente. A nossa missão se concretiza no trabalho harmônico e em família, vivemos em comunidade e juntos aprendemos a compartilhar nossa vida para que assim nossa convivência nos ajude a formar missionários com compromisso na alteridade e desempenhar trabalhos com seriedade e empenho de uma forma criativa. Desde a etapa formativa somos motivados a ir ao encontro do outro e com ele caminhar juntos promovendo um Reino de justiça e paz. Nossas pastorais em suas diversidades já nos lançam neste mundo secularizado e cheio de suas verdades; o nosso papel é ser testemunho da verdade para que possam perceber que em meio a tantas verdades que tentam alimentar o homem existe uma que certamente nos sacia e nos faz mais irmãos e batizados conscientes de sua missão.